PRF prendeu três pessoas durante fiscalizações em Alagoas no final de semana

Uma arma foi apreendida e um veículo que possuía queixa de roubo/furto foi recuperado

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Por: Ascom PRF/AL  Data: 24/05/2021 às 11:06
Fonte de Imagem: PRF/AL
Uma arma foi apreendida e um veículo que possuía queixa de roubo/furto foi recuperado

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Alagoas prendeu três pessoas, neste final de semana. Entre os crimes estão: porte ilegal de arma de fogo, receptação e caçar espécimes da fauna silvestre. Os flagrantes aconteceram nas cidades de Porto Real do Colégio, Maceió e São Sebastião.

Na sexta-feira (21), às 23h20, uma equipe realizava fiscalização no km 245 da BR 101, em Porto Real do Colégio, quando deu ordem de parada a um veículo GM Prisma Joy, de cor branca, com um ocupante.

Após verificação de documentação pessoal e veicular, foi realizada uma vistoria no interior do veículo, sendo encontrado na mochila do motorista um revólver da marca Taurus, calibre 38, com seis munições de mesmo calibre. Indagado sobre a procedência da arma, o homem informou que não possuía nenhuma documentação legal para o porte de arma de fogo.

Ele foi preso e encaminhado à 6ª Delegacia Regional da Polícia Civil de São Miguel dos Campos.

Minutos depois, em Maceió, os policiais abordaram um veículo Volkswagen Gol, de cor vermelha, placa de Jaboatão dos Guararapes/PE. Durante a verificação, os PRFs constataram que o carro possuía sinais de adulteração. Em consultas ao sistema, foi apurado que o veículo original, também do município de Jaboatão, possuía queixa de roubo/furto, datado em 04/03/2021, em São Lourenço da Mata/PE.

O condutor foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes. Ele responderá pelo crime de receptação de veículo.

No sábado (22), às 10h30, PRFs faziam fiscalizações no km 205 da BR 101, em São Sebastião, quando abordaram um ciclomotor Honda CG 160 Fan, de cor vermelha, com dois ocupantes.

O passageiro carregava consigo uma pequena gaiola, com uma ave silvestre popularmente conhecida como Papa Capim (Sporophila nigricollis). Questionado se possuía autorização para manter a ave em cativeiro, o homem respondeu que não e que ganhou de presente de um amigo.

Diante da situação, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), pelo crime (de matar, perseguir, caçar, apanhar, vender espécimes da fauna silvestre), após o homem se comprometer a comparecer em juízo quando solicitado.