Presidente do PTB pede que Polícia Federal investigue morte de pré-candidato a vereador em Alagoas

Histórico de crimes não esclarecidos volta à tona na campanha eleitoral em Flexeiras

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Por: AlagoasWeb com Assessoria  Data: 25/09/2020 às 06:03
Fonte de Imagem: Cortesia internauta
Histórico de crimes não esclarecidos volta à tona na campanha eleitoral em Flexeiras

Segue mais um capítulo da tensa campanha eleitoral de Flexeiras. O deputado estadual e presidente do PTB em Alagoas, Antônio Albuquerque,  encaminhou ao superintendente da Polícia Federal no Estado, João Vianey Xavier Filho, ofício para que acompanhe e apure o possível crime político do pré-candidato a vereador do município de Flexeiras Adervan Aprígio da Rocha, mais conhecido como Aldo da Usina, que foi assassinado com 20 tiros na cabeça  na Zona Rural do município no último dia 17.

Pré-candidato a vereador é assassinado a tiros em Flexeiras

O ofício também foi encaminhado ao Governador do Estado, Renan Filho e ao secretário de Segurança Pública, cel. Lima Júnior.

Nestas eleições o PTB tem como pré-candidato a prefeito o vereador de oposição André da Teo que, segundo Albuquerque, tem uma candidatura inquestionavelmente viável e que pode mudar a história de Flexeiras, que ele (Albuquerque), classifica como sofrida, calada e triste.

O deputado afirma que reina em Flexeiras a hegemonia de uma família no poder quase seis décadas (exatos 57 anos). “Ninguém tem coragem de enfrentar a mencionada família nas urnas. Inclusive, todos que tentaram terminaram sucumbindo às pressões e se aliando aos seus integrantes”, argumenta Albuquerque.

Entre os crimes supostamente considerados políticos, e não esclarecidos, ocorridos em Flexeiras, estão o de Gildevan Firmino dos Santos (2018); José Jackson Pereira da Silva (2015); pai e filho assassinados no Centro da cidade (2015); policial Civil Petrúcio Santana (2010) e o de Adilson Jacinto da Silva (2006).

O ofício do deputado Albuquerque também foi encaminhado para o Ministério Público Federal, Procuradoria Geral da República e Ministério da Justiça e TSE.