Facebook começa a bloquear contas que não ativaram recurso de segurança

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Por: Olhar Digital/TheVerge  Data: 24/03/2022 às 09:09
Fonte de Imagem: Ilustração

O Facebook está bloqueando contas que não ativaram seu recurso de segurança chamado Facebook Protect. Segundo a empresa, trata-se de um “programa de segurança para grupos de pessoas com maior probabilidade de serem alvo de hackers maliciosos, como defensores de direitos humanos, jornalistas e funcionários do governo”. De acordo com o site TheVerge, no início do mês, um grupo de usuários do Facebook recebeu um e-mail semelhante a spam com o título “Sua conta requer segurança avançada do Facebook Protect”, onde era informado que o recurso deverá ser ativado até uma determinada data ou eles seriam bloqueados na rede social.

O Facebook Protect tem como objetivo garantir a segurança das contas no Facebook contra ameaças de hackers, além de protegê-las através da autenticação de dois fatores (2FA). Embora o e-mail enviado pelo endereço “security@facebookmail.com” parecesse spam, ele não é. Segundo o TheVerge, as primeiras pessoas que receberam a mensagem, tiveram até o dia 17 de março para ativarem o novo recurso de segurança da rede social.

O que acontecerá caso o Facebook Protect não seja ativado até a data limite?

Caso você não ative o Facebook Protect até a data limite, será enviado uma mensagem explicando o motivo de não haver maneiras de acessar a conta. Além disso, será explicado como fazer para ativar a conta no Facebook novamente. Entretanto, não é sempre que funciona.

Houve diversas reclamações no Twitter de pessoas que estão sofrendo o bloqueio de suas contas bloqueadas mesmo ativando o Facebook Protect. Segundo o relato de alguns usuários, a autenticação de dois fatores em texto não está funcionando.

Outros frequentadores do Facebook dizem não ter conseguido concluir o processo de ativação do Facebook Protect mesmo que isso tenha sido feito antes do prazo. Consequentemente, suas contas foram bloqueadas.

O responsável pela política de segurança da Meta (antigo Facebook), Nathaniel Gleicher, disse no Twitter:

“Estamos analisando exemplos isolados em que as pessoas podem precisar de ajuda para se inscrever no programa.”