Reitor Josealdo Tonholo classificou a mobilização como justa
Os servidores técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) iniciam, nesta sexta-feira, dia 27, uma paralisação em adesão a um movimento de caráter nacional. A mobilização ocorre em protesto contra o descumprimento, por parte do Governo Federal, do acordo que encerrou a última greve da categoria.
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Servidores da Ufal iniciam paralisação por descumprimento de acordo do Governo Federal
Na tarde de quinta-feira (26), representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal) reuniram-se com o reitor Josealdo Tonholo para tratar dos detalhes da paralisação e da pauta de reivindicações.
Apoio da Reitoria
Durante o encontro, o reitor Josealdo Tonholo classificou a mobilização como justa, destacando que os pontos pactuados anteriormente com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) não foram honrados.
“O que foi pactuado na greve passada não foi cumprido”, afirmou Tonholo, que também informou ter levado a situação ao ministro Guilherme Boulos em uma reunião recente em Brasília.
A gestão da universidade se comprometeu a manter o diálogo aberto com o sindicato e a atuar na intermediação junto ao Ministério da Educação (MEC) e ao MGI para buscar uma solução para o impasse.
Reflexão e Mobilização
Para a coordenação do Sintufal, a greve é um instrumento necessário diante da falta de respostas do governo. Nadja Lopes, coordenadora geral do sindicato, pontuou que, embora o momento do país exija foco no futuro, a falta de cumprimento do que foi acordado força os trabalhadores à reflexão e à resistência.
- Início da paralisação: Sexta-feira, 27 de fevereiro.
- Motivação principal: Descumprimento de acordo firmado pelo Governo Federal.
- Abrangência: Movimento nacional com adesão local.
A reunião contou com a presença da vice-reitoria, pró-reitores e diretores da Ufal, além da diretoria do Sintufal, reforçando o caráter institucional do diálogo sobre o movimento.