Debate é cancelado após intervenções judiciais
Ministra que proíbiu o púlpito com o nome de Lula e a formulação das perguntas que seriam feitas a ele

Em poucas horas, aquele que seria o último debate entre os candidatos à Presidência do primeiro turno, na TV Globo, sofreu uma série de reviravoltas e terminou cancelado na noite da quinta-feira, dia 1º de outubro.
Primeiro, o TSE proibiu a exibição da cadeira vazia de Lula, que não iria ao programa. Diante da decisão, Flávio Bolsonaro anunciou a desistência.
A decisão foi dada pela ministra Estela Aranha, que proíbiu o púlpito com o nome de Lula e a formulação das perguntas que seriam feitas a ele.
Em seguida, uma outra decisão, essa do Supremo Tribunal Federal - STF, do ministro Gilmar Medes, atendendo um pedido feito pelo partido Solidariedade, determinou a inclusão de Renan Santos no debate.
Diante das decições, a Globo cancelou o debate alegando “insegurança jurídica” e “interferência indevida”.
Após o cancelamento, vários candidatos criticaram as decisões judiciais e falaram em “colapso da democracia”.

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