Internacional

    Alagoano de 25 anos morre na guerra da Ucrânia e família pede ajuda

    Mãe pede apoio para trazer o corpo ao Brasil e realizar o sepultamento.

    12/10/2026 às 17:29
    Fonte: AlagoasWeb/JC Nicácio
    Alagoano de 25 anos morre na guerra da Ucrânia e família pede ajuda
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    O alagoano Fabrício Duarte, de 25 anos, natural do município de Olivença, morreu no último sábado, dia 10, durante uma missão na guerra entre Rússia e Ucrânia. O jovem estava em território ucraniano desde julho de 2025. Agora, a família busca ajuda para trazer o corpo ao Brasil.

    A morte foi divulgada pela mãe de Fabrício, Waldynha Sonny Silva, que publicou um vídeo nas redes sociais no domingo (11), pedindo apoio para conseguir realizar o sepultamento do filho em Alagoas.

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    Segundo informações repassadas por companheiros de Fabrício à família, o jovem teria sido surpreendido por militares russos durante uma emboscada em uma cidade no sul da Ucrânia.

    Ainda conforme esses relatos, o alagoano teria sido atingido por uma mina e chegou a sobreviver por algum tempo após os ferimentos, mas não resistiu. As circunstâncias da morte ainda dependem de confirmação oficial.

    Família tenta trazer corpo para Alagoas

    De acordo com a mãe, Fabrício havia participado de um treinamento militar na França antes de retornar à Ucrânia. A missão em que morreu seria a última antes de voltar para casa.

    A família enfrenta dificuldades para conseguir o traslado do corpo e busca orientações sobre os procedimentos necessários.

    Segundo Waldynha, uma filha entrou em contato com a embaixada da Ucrânia, mas, até a gravação do vídeo, ainda não havia recebido confirmação sobre a possibilidade de transportar o corpo ao Brasil.

    Além dos obstáculos burocráticos, a família afirma não ter condições financeiras de arcar com os custos do traslado internacional.

    Emocionada, a mãe fez um apelo por ajuda para conseguir trazer o filho de volta a Alagoas e realizar um sepultamento digno.

    Até o momento das informações divulgadas, não havia confirmação de quando o corpo de Fabrício poderia ser repatriado.

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