Natal deve movimentar mais de R$ 49 milhões na economia alagoana

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Por: Ascom Fecomércio AL  Data: 13/12/2022 às 13:21
Imagem: AlagoasWeb/Arquivo

A Pesquisa de Sondagem de Opinião e Consumo no Natal, elaborada pelo Instituto Fecomércio Alagoas, aponta que a principal data sazonal do ano para o varejo deve movimentar R$ 49.481.401,63 no Comércio de Maceió. De acordo com os dados do levantamento, 73,65% do público consumidor da capital alagoana pretender ir às compras.

O montante financeiro estimado para 2022 é 14,61% maior do que o que foi apresentado na pesquisa realizada no ano passado, que registrou uma expectativa de volume financeiro de R$ 43.174.082,21. Para este ano, os dados colhidos indicam um ticket médio de R$ 324,75, com predileção pelas compras de vestuários (33,91%), calçados (25,22%) e brinquedos (12,53%).

O levantamento demonstra ainda que, entre os três principais grupos a que se destinam os presentes, 51,17% dos maceioenses devem presentear a si mesmos, 20,87% têm a intenção de presentear os filhos e 7,09% pretendem comprar uma lembrança natalina para os cônjuges. Já os locais mais escolhidos para as aquisições são o Centro de Maceió (54,67%), shoppings (35,99%) e e-commerce (6,17%).

Segundo a pesquisa, o meio de pagamento mais utilizado continua sendo o cartão de crédito (de forma parcelada), com 49,86% da preferência, seguido de pagamento em dinheiro (27,68%) e cartão de débito (10,37%). Enquanto que a modalidade do pix (3,97%), que tem se tornado cada vez mais presente na rotina do brasileiro, aparece como a quinta opção.

Para os que alegam que não pretendem comprar presentes para o Natal (26,35%), 32,07% dizem que o motivo é por estarem endividados, 28,28% relatam estarem desempregados, 14,48% afirmam que não têm o hábito de comprar no período e 9,40% estão mais cautelosos com as compras no momento.

A pesquisa do Instituto Fecomércio identificou também que a terceira principal destinação do décimo terceiro salário do maceioense são as compras natalinas (12%), ficando atrás apenas de quitação das contas em atraso (51%) e reformas residenciais (16%).