Isso reforça o que já sabemos: o Flamengo é o único clube fora da Europa no top 30 mundial

O Flamengo continua fazendo história no futebol mundial! No mais recente Deloitte Football Money League 2026, que analisa as receitas dos clubes na temporada 2024/25, o Rubro-Negro aparece na 29ª posição do ranking global, com uma receita estimada em torno de € 202,7 milhões (cerca de R$ 1,26 bilhão, dependendo da cotação).
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Flamengo é o clube mais rico fora da Europa no Ranking Deloitte 2026
Isso reforça o que já sabemos: o Flamengo é o único clube fora da Europa no top 30 mundial. Todos os outros 29 times são europeus, principalmente da Premier League, La Liga, Bundesliga e Ligue 1. Nenhum clube da Ásia (como o Al-Hilal), África, MLS ou mesmo outros sul-americanos conseguiu entrar nessa lista de elite.
Esse feito destaca o domínio financeiro absoluto do Flamengo no cenário internacional fora do Velho Continente e mostra que o modelo de gestão brasileiro, quando executado com profissionalismo e visão estratégica, pode, sim, competir no topo do mundo.
O que o ranking revela sobre o futebol global?
- Real Madrid lidera com recorde de € 1,161 bilhão, seguido por Barcelona, Bayern de Munique e PSG.
- A Premier League domina a lista: 15 dos 20 clubes ingleses estão no top 30, o que demonstra o poder da máquina financeira inglesa.
- Manchester United, um dos gigantes históricos, caiu para a 8ª posição — a pior colocação da história do clube no ranking. Isso é resultado de um ciclo vicioso: mau desempenho em campo → queda na receita → dificuldade para investir no elenco → mais dificuldades esportivas.
- Especialistas alertam que, sem uma recuperação rápida, o United corre o risco de se tornar apenas um “grande histórico” que perdeu o bonde do futebol moderno.
Estar no top 30 da Deloitte não é só questão de ser rico: é ter uma máquina financeira sustentável que gera receitas consistentes, abre portas para contratações de elite e garante competitividade a longo prazo.
O Flamengo é prova viva disso. Um modelo bem gerido, com torcida gigante, marca forte e receitas diversificadas pode quebrar barreiras e colocar o Brasil no mapa financeiro global.