Fiocruz atrasa entrega de 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai atrasar a entrega de um lote com 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Antes previstas para hoje (21), as quase cinco milhões de doses agora devem ser entregues na sexta-feira (23). O planejamento inicial tinha como base realizar as entregas em duas etapas, com metade do lote chegando ao Ministério da Saúde ainda nesta quarta-feira. Com o atraso, os responsáveis pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) decidiram entregar as doses em uma única etapa. A Fiocruz estima que o Brasil receba 18,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ainda em abril. Fiocruz defende que Covid-19 ganhe nova classificação

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Por: G1  Data: 21/04/2021 às 15:03
Fonte de Imagem: Reprodução

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai atrasar a entrega de um lote com 4,7 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Antes previstas para hoje (21), as quase cinco milhões de doses agora devem ser entregues na sexta-feira (23).

O planejamento inicial tinha como base realizar as entregas em duas etapas, com metade do lote chegando ao Ministério da Saúde ainda nesta quarta-feira.

Com o atraso, os responsáveis pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) decidiram entregar as doses em uma única etapa. A Fiocruz estima que o Brasil receba 18,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ainda em abril.

Fiocruz defende que Covid-19 ganhe nova classificação

Um grupo de 10 pesquisadores da Fiocruz defendem que a Covid-19 receba uma nova classificação, por conta das recentes descobertas feitas sobre o vírus. Em publicação na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, os cientistas explicam que o agente deve ser reconhecido por atuar no sentido contrário: aumentando a formação de coágulos (também chamados de trombos) que podem obstruir a circulação.

Dessa forma, o coronavírus poderia ser classificado como febre viral trombótica. Atualmente a Covid-19 recebe a classificação de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A publicação defende que, um ano após o surgimento da doença, já é possível saber que ela afeta muito mais do que apenas os pulmões. Isso pode ser constatado por conta de quadros de formação excessiva de coágulos.