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Corpo decapitado é de jovem de 20 anos que estava desaparecida

Laudos periciais serão encaminhados à Delegacia; IML adota procedimentos para liberação do corpo

A Polícia Científica de Alagoas confirmou, nesta terça-feira, dia 21, que o corpo decapitado encontrado na Lagoa Mundaú, em Coqueiro Seco, é de Jéssica Daiane Gonçalves da Silva, de 20 anos. A identificação foi realizada por meio de exame de necropapiloscopia, técnica que analisa as impressões digitais post-mortem.

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Corpo decapitado é de jovem de 20 anos que estava desaparecida

Jéssica estava desaparecida desde a última quinta-feira, 16 de outubro, no bairro do Vergel do Lago, em Maceió.

O corpo, com sinais de violência, foi localizado na tarde de segunda-feira (20). O trabalho de identificação foi conduzido pela papiloscopista Bruna Peixoto Girard, do Instituto de Identificação, que, por meio de exames técnicos, garantiu a precisão e confiabilidade do resultado.

A perícia de local, realizada pelo perito criminal Victor Portela, confirmou que a ação criminosa ocorreu em outro ponto, e o corpo foi jogado na lagoa, sendo levado pela maré até o local onde foi encontrado.

Portela explicou que o corpo estava com os braços amarrados nas costas, decapitado e em estado de saponificação, o que permitiu a conservação das digitais. Detalhes como o tempo de morte e outras informações serão confirmados no exame de necropsia a ser realizado no Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de Alagoas, que trabalha para esclarecer as circunstâncias do crime, sua motivação e identificar os responsáveis.

A Polícia Científica reitera seu compromisso com a verdade, com o suporte à investigação criminal e com o respeito às vítimas e seus familiares.

Os laudos dos exames de perícia de local, cadavérico e de identificação serão encaminhados para a delegacia responsável pelo caso. Após a identificação oficial, o IML está adotando os procedimentos cabíveis ao caso para realizar a liberação dos restos mortais para que a família possa realizar o sepultamento.

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