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Redação

COMPARTILHE Whatsapp Facebook Twitter Data: 23/04/2017
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Falta mais que um ano para iniciar a campanha eleitoral. Entretanto, sabe-se o quanto os ânimos já se exaltam por todo o Brasil. Particularmente, tenho a certeza, desde já, de que o pleito presidencial de 2018 será disputadíssimo. A cada dia, o que parece óbvio e habitual já ganha nuances de perigo e de mistérios.

Será tomada, em 2018, a importante escolha de qual grupo político conduzirá políticas públicas e todas as outras incumbências do Governo Federal após este momento turbulento, que é o maior da história recente da nossa República. Teremos, entre as alternativas, duas figuras capazes de semear muitos embates: Lula e Bolsonaro.

De um lado, um ex-presidente, do partido que mais sofre de acusações – sem desmerecer o discurso de que o PT sofre perseguição. De outro lado, um eterno deputado de projetos jamais aprovados que dissemina “sangue no olho” ao defender ideias permeadas pelo conservadorismo e que dispensa o bom senso como instrumento político. Atualmente, nenhum dos dois possui aceitação suficiente para resolver um dos nossos maiores problemas: baixa credibilidade para fazer amplas reformas.

Não poderemos ter como projeto para 2018 nenhuma alternativa como essas. Será preciso muita disposição em proteger os valores do nosso Estado Democrático de Direito para colocar na cadeira da presidência alguém que seja capaz de contribuir com a resolução da crise política, e não de aprofundá-la. Nesse sentido, nem Lula, nem Bolsonaro, merecem essa confiança. Precisamos de alternativas diferentes.